VPBTT(VI) Óbidos-FigueiraFoz
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em BTT VI |
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FigFoz |
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Reportagem |
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Desta feita fomos 7.
O Freddy desistiu mas o advogado João voltou. O Rui Jorgeca e o Paulo vieram experimentar. De resto para além de mim, mantiveram-se o arquitecto João, a Lebre e o prof Paulo Pardal. Começou bem, só mesmo no começo. Depois de voltarmos à lagoa de Óbidos, subimos pelo Nadadouro e pela costa até ao bidé das Marquesas. Aí começou a areia e os desvios da rota que nos levou a uma falésia. Da próxima levamos as cordas porque a coisa seria mais fácil em BTT-Rappel. Seguiu-se o espectáculo pouco visto de BTTistas vestidos a rigor, com as mulas às costas, pela praia e água dentro, no meio de banhistas que guardaram para eles os nomes insólitos com que decerto nos descreveram. Depois do almoço, e da siesta, quando ainda faltava mais de metade do percurso, lá continuámos agora em direcção ao interior. Alcoçaça, Aljuarrota e Batalha foram pontos de pasagem. Mas o tempo começava a ficar curto e já não fomos a Porto de Mós. Alcatrão foi o que decidimos (embora não fosse consensual) para encurtar caminho e chegarmos ainda de dia, e com pernas (que o Red Bull era só para o Paulo)! Chegámos a Leiria depois das 21h. A pousada da Juventude é aceitável, numa antiga casa senhorial bem adaptada, e estava cheia com outros companheiros que também estavam a fazer a volta a Porugal em bicicleta - juniores em estrada. Também havia o pobre do chinoca que não dormiu toda a noite - o empata ressona que só visto!!!! Por falar em empata, nem se deu por ele. Nem um furozeco. Nada !!!! O Jorgeca (três furos - um deles de noite ?????) e depois o advogado João e o Prof Pardal lá tiveram de compensar tamanha falta. No dia seguinte, começou com uma chuva que ninguém abria a boca. Mas lá nos fizemos ao caminho que tinhamos de estar às 16 h numa estação de comboios que nos trouxesse de volta. Mais uns curto circuitos por alcatrão para apressar a coisa. Mesmo assim, a Lebre e o empata de outros tempos, decidiram ir ao encontro do enlatado carro do irmão da Lebre quando estávamos à volta dos 50km. Os outros continuámos, por aqueles arrozais lindos, de perder de vista, com insectos à fartazana, mas com um ritmo acelerado para chegar à famigerada ponte de acesso à Figueira da Foz. Aqueles arcos que se veêm à distância mas que nunca ficam mais perto - tantas são as curvas e conta-curvas que se tiveram de dar para atravessar aquele labirinto. E quando se chegou à ponte, desgraçada que é alta como o caraças. E os traseiros já não aguentavam muito mais (anal analgésico precisava-se...) Talvez tenha sido uma volta exigente demais. Também não ajudou a passagem da belissima paisagem do litoral para um interiorum arenoso. E o stress da noite mal dormida. A volta um pouco mais "histórica" para estes rufias e sem tempo para paragens não convence... Acima de tudo, o stress do relógio marcou demasiado o ritmo e o percurso. Mas nem 8 nem 80 - SIESTAS NÂO! Da próxima é o empata a definir a volta! Palavra de Lider! |
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